Rap: resistências dentro da resistência
Resumo
Essa pesquisa mapeia a historiografia da canção no Brasil, apontando para possíveis lacunas nos estudos de Wisnik (2017), Tatit (2004) e Tinhorão (2008), bem como demonstra lacunas de ordem de gênero e sexualidade na cena do rap, predominantemente masculina e que se constrói de maneira sexista e LGBTQ+fóbica (JESUS, 2019; SANTOS, 2016; LI, 2021; OLIVEIRA, 2020), nos conduzindo a pensar em resistências dentro de uma resistência. Através de pesquisadores do rap, a pesquisa aponta ainda para o que se faz a partir da abertura política, formal e temática do rap pós-2000, com a difusão da internet banda larga e a inclusão digital. Com essas resistências dentro da resistência, apontamos para a renovação das possibilidades de articulação e mobilização política por meio das observações feitas de rappers e grupos de rap feitos por mulheres e pessoas da comunidade LGBTQ+.
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