Argumentos a favor de la coexistencia y la (de)construcción del ethos
Argumentación en el testimonio de Nise Yamaguchi ante la Comisión Parlamentaria de Investigación sobre la Pandemia
Resumen
Este artículo investiga el ethos y las técnicas argumentativas —argumentum ad verecundiam, argumentum ad personam y argumentum ad hominem— en las notas taquigráficas tomadas durante el testimonio de Nise Yamaguchi ante la Comisión Parlamentaria de Investigación sobre la Pandemia. Para ello, se basa en el marco teórico de Aristóteles (2005 [384-322 a. C.]), Ferreira (2010), Fiorin (2018) y Perelman y Olbrechts-Tyteca (2005 [1958]). Metodológicamente, se optó por un enfoque cualitativo-cuantitativo con un sesgo descriptivo-interpretativo, utilizando un corpus compuesto por sesenta argumentos. Se concluyó que los tres argumentos a favor de la coexistencia analizados influyeron en la construcción del ethos de Nise, lo que incitó al público a aceptar (reforzando el ethos) o rechazar (debilitándolo) tanto la postura (declaraciones) como la persona de la doctora.
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Citas
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