La retórica en la elaboración de la decisión judicial y su uso por parte del Tribunal Supremo Federal
Un análisis de la declaración de inconstitucionalidad de la tesis de la “legítima defensa del honor” (ADPF 779)
Resumen
La investigación analiza la dimensión retórica de las decisiones judiciales a partir de la ADPF 779, que declaró inconstitucional la tesis de la “legítima defensa del honor”. Examina los elementos retóricos utilizados por la Suprema Corte, identificando los tipos argumentativos empleados y la articulación entre dimensiones técnico-jurídicas y apelos morales y emocionales en el discurso institucional. La metodología es cualitativa, descriptiva-interpretativa, y toma como corpus el resumen de la sentencia, analizado según la retórica clásica de Aristóteles y la nueva retórica de Perelman y Olbrechts-Tyteca. Los resultados muestran una estructura discursiva que combina argumentos como autoridad, incompatibilidad y jerarquía, revelando cómo el STF recurre a estrategias retóricas más allá de la aplicación mecánica de las normas, produciendo una “retórica de la indignación institucional” que concilia las exigencias técnicas del derecho con demandas sociales de justicia e igualdad de género.
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Citas
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