Políticas de inclusão e permanência no ensino superior: a institucionalização do Plano Educacional Individualizado

Palavras-chave: Adaptação razoável; Inclusão no ensino superior; Permanência acadêmica; Plano educacional individualizado; Desenho universal para a aprendizagem.

Resumo

O artigo analisa a institucionalização do Plano Educacional Individualizado (PEI) no ensino superior, a partir da Instrução Normativa PROGRAD/ASSAE nº 23/2022 da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de natureza documental, desenvolvida por abordagem analítico-interpretativa, fundamentada nas discussões sobre inclusão, adaptações razoáveis e Desenho Universal para a Aprendizagem. Os resultados indicam que a institucionalização do PEI fortalece a organização do acompanhamento acadêmico ao estruturar responsabilidades, fluxos e estratégias pedagógicas voltadas à permanência estudantil. Evidenciam, contudo, que sua centralidade também revela limites de currículos ainda orientados por referenciais homogêneos. Conclui-se que o PEI constitui importante dispositivo de institucionalização das políticas de inclusão e permanência no ensino superior.

 

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Biografia do Autor

Adriane Manfron Vaz, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Brasil

Doutoranda em Educação pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Pedagoga na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

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Publicado
2026-09-08
Como Citar
Manfron Vaz, A. (2026). Políticas de inclusão e permanência no ensino superior: a institucionalização do Plano Educacional Individualizado. Especiaria: Cadernos De Ciências Humanas, 23(1). https://doi.org/10.36113/especiaria.v23i1.5084
Seção
Educação Especial e Inclusão: Perspectivas e Formação Luso-Brasileira