A Competitividade do Cacau no Brasil, entre 2005 e 2022

Palavras-chave: Comércio internacional, Índice de Vantagem Comparativa Revelada, Exportação, Produção

Resumo

O estudo da competitividade do cacau no Brasil entre 2005 e 2022 é crucial para entender seu papel na economia global. O Brasil, embora seja o sétimo maior produtor de cacau, possui uma história rica nessa indústria, principalmente na região da Bahia, que já foi um dos principais polos de produção mundial. Neste contexto, esta pesquisa tem como objetivo analisar a competitividade dos principais Estados brasileiros produtores de cacau e comparar a competitividade do Brasil com os principais produtores mundiais. No entanto, o mesmo foi realizado para os principais países exportadores da amêndoa. Para tanto, utilizou-se o Índice das Vantagens Comparativas Reveladas (IVCR), calculando para o período de 2005 a 2022. Embora o Brasil seja reconhecido como um dos principais produtores de cacau, ao analisarmos o índice de vantagem competitiva revelado para as posições específicas nesta pesquisa em relação ao comércio internacional, observou-se que não houve vantagem competitiva em todos os períodos. Esses dados sugerem que, apesar de ser um grande produtor de cacau, o Brasil não se destaca de maneira notável ou competitiva no cenário global de comércio. Com esta análise, o objetivo primordial foi gerar fundamentos que possam embasar a formulação de políticas estratégicas para melhorar tanto a produção quanto a posição competitiva internacional.

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Biografia do Autor

Alexandre Gonçalves e Silva, FURG

Graduação em Comércio Exterior pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG). 

Lívia Madeira Triaca, FURG

Doutorado em Economia do Desenvolvimento (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS), Mestrado em Organizações e Mercados (Universidade Federal de Pelotas - UFPel), Graduação em Ciências Econômicas (Universidade Federal de Rio Grande - FURG). Professora Adjunta do Instituto de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis (ICEAC) da Universidade Federal de Rio Grande (FURG); Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação em Organizações e Mercados (PPGOM) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). 

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Publicado
2025-11-22