https://periodicos.uesc.br/index.php/reflexoeseconomicas/issue/feedReflexões Econômicas2025-12-02T15:16:06-03:00Aline Conceição Souzarevistaeconomia@uesc.brOpen Journal Systems<div align="justify">Reflexões Econômicas (ISSN: 2447-9705) é um periódico anual (em 2025) do Departamento de Ciências Econômicas da Universidade Estadual de Santa Cruz. Destina-se a difundir e fomentar discussões, reflexões e o crescimento dos diversos campos de estudo e pesquisa das Ciências Econômicas e áreas afins, por meio da publicação de artigos inéditos. A revista recebe artigos em fluxo contínuo nas línguas portuguesa, espanhola e inglesa. A publicação dos artigos acontece de forma contínua.</div>https://periodicos.uesc.br/index.php/reflexoeseconomicas/article/view/4457Determinantes da renda do trabalho remoto durante a pandemia da Covid-19 no estado da Bahia2025-05-13T11:06:32-03:00Danilo dos Santos Andradesdanilo47@gmail.comVerônica Ferreira Silva dos Santosvfssantos@uefs.brLeandro Batista Duartelbduarte@uefs.br<p>O objetivo deste trabalho é estudar os determinantes da renda do trabalho remoto na Bahia durante o ano de 2020, ou seja, primeiro ano da pandemia do coronavírus. Para isso, utilizou- se a base de microdados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (PNAD Covid- 19), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa pesquisa coletou informações sobre pessoas com sintomas associados à síndrome gripal e também sobre mercado de trabalho no contexto pandêmico durante os meses de maio a novembro de 2020. Com base nesses dados, utilizou-se como metodologia a análise de regressão com dados em painel, sendo estas com informações proporcionais sobre domicílios. Os resultados indicaram que a renda daqueles que trabalharam de maneira remota era superior ao trabalho presencial. Com relação às características físicas dos indivíduos, verificou-se que aqueles que se declaram de cor amarela tinham ganhos superiores aos demais indivíduos. Ademais, os rendimentos também eram superiores aos demais, para os trabalhadores chefes de família e para os moradores que se localizam na região metropolitana de Salvador.</p>2025-05-02T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##https://periodicos.uesc.br/index.php/reflexoeseconomicas/article/view/4597Assimetria no preço da gasolina no Brasil: uma aplicação do Modelo de Correção de Erros Assimétricos para dados regionais2025-08-08T09:47:23-03:00Jefferson Nery do Pradopradocp7@gmail.comMatheus Schilingovski Félix de Menezesmatheus.sf.menezes@gmail.com<p>O presente estudo teve como objetivo avaliar o comportamento do preço da gasolina nas regiões do Brasil entre o período de janeiro de 2018 até dezembro de 2023 utilizando o método de mecanismo assimétrico de correções de erros (<em>rocket and feather</em>). Conforme resultados, o choque que esta variável sofre é transmitida dentro do mês de impacto (curto prazo) e seu efeito é caracterizado como um ajuste supercompleto indicando uma reação exagerada do mercado. As diferenças regionais apresentaram pouca diferença entre si, seguindo a média nacional. Isto significa que a causa de assimetria neste mercado não pode ser relegada meramente à distribuição ou ao refino do combustível, neste estudo, foi verificado que a assimetria foi causada por decisões do governo que acabam por inflacionar a gasolina nacional no curto prazo.</p>2025-05-28T11:35:39-03:00##submission.copyrightStatement##https://periodicos.uesc.br/index.php/reflexoeseconomicas/article/view/4522Competitividade das exportações baianas destinadas ao Mercosul no período 2012 a 20232025-08-08T09:49:44-03:00Maria Fernanda Cunha da Silvamfcsilva.ecn@uesc.brMarcelo dos Santos da Silvamasilva@uesc.brZina Angélica Cáceres Benavideszacbenavides@uesc.brCarlos Eduardo Ribeiro Santos Bertanicersbertani@uesc.brPriscila de Queiroz Lealpridequeiroz@gmail.com<p>A Bahia consolidou-se como o principal Estado exportador da região Nordeste, tanto nas transações comerciais globais quanto nas realizadas com os países-membros do Mercosul. Considerando o potencial de ampliação da competitividade das exportações baianas nesse bloco econômico, o presente estudo tem como objetivo analisar a especialização tecnológica da economia baiana por meio da avaliação da competitividade de suas exportações para o Mercosul no período de 2012 a 2023. Para tanto, utilizou-se a taxonomia de Pavitt como base para a classificação das exportações segundo a intensidade tecnológica dos setores industriais, sendo os agrupamentos resultantes analisados com o apoio de indicadores como o Índice de Contribuição ao Saldo Comercial (ICSC), o Índice de Vantagem Comparativa Revelada de Vollrath (IVCRV), a Taxa de Cobertura (TC) e a matriz de desempenho exportador. Os resultados evidenciaram competitividade em dois grupos tecnológicos setoriais: Indústrias Intensivas em Recursos Minerais e Indústrias Intensivas em P&D. Todavia, apesar dos avanços recentes em competitividade externa, a Bahia ainda enfrenta dificuldades para se inserir nos mercados dinâmicos do Mercosul. Um dos motivos é a persistência de gargalos estruturais que limitam o crescimento das exportações baianas.</p>2025-06-02T11:29:28-03:00##submission.copyrightStatement##https://periodicos.uesc.br/index.php/reflexoeseconomicas/article/view/4399Desenvolvimento Territorial no Médio Jequitinhonha (MG), de 2005 a 20162025-07-09T14:44:09-03:00Reurison dos Santos Coimbrareurisoneco@gmail.comMatheus Fernandes Franklin Avilamatheusffavila@gmail.comFernando José Primo do Nascimentofjprimo@yahoo.com.br<p>O objetivo deste artigo é analisar alguns resultados socioeconômicos do programa Território da Cidadania na região do Médio Jequitinhonha, região do estado de Minas Gerais caracterizada por baixos índices de desenvolvimento econômico e social. Para isso, foram utilizados dados secundários obtidos da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (FIRJAN), o Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM). Foram considerados especificamente indicadores relacionados ao emprego e renda, educação e saúde. Os dados indicam que as políticas implementadas contribuíram para resultados positivos nos indicadores educação e saúde no Território do Médio Jequitinhonha, apesar do indicador emprego e renda apresentar efeitos modestos.</p>2025-07-09T14:42:05-03:00##submission.copyrightStatement##https://periodicos.uesc.br/index.php/reflexoeseconomicas/article/view/4660Notas Teóricas sobre Federalismo Fiscal, Democracia Representativa e Instituições: uma síntese preliminar2025-08-08T09:50:40-03:00William Gledson e Silvawilliangledson@gmail.com<p>Este artigo teve o objetivo de formular um modelo explicativo preliminar marcado pela tentativa de relacionar os conceitos de federalismo fiscal aplicado ao Brasil, as instituições formais e informais e a perspectiva de democracia representativa. Metodologicamente foi utilizada uma revisão de literatura capaz de permitir a construção do modelo explicativo de caráter preliminar. Os resultados teóricos obtidos mostraram que houve a percepção vinculatória da prerrogativa das instituições formais com a democracia representativa manifesta no comportamento fiduciário, contrariamente, às instituições informais foram associadas ao representante delegado, constituindo em nuances passíveis de revelar o grau de robustez institucional formal no arrefecimento das regras informais e o comportamento delegado paradoxal ao modo fiduciário do representante defensor dos interesses gerais.</p>2025-07-19T08:03:41-03:00##submission.copyrightStatement##https://periodicos.uesc.br/index.php/reflexoeseconomicas/article/view/4684Cadeias globais de valor e eficiência logística: um olhar sobre o valor adicionado doméstico nas exportações2025-08-25T18:19:47-03:00Carolina Rodrigues Corrêa Ferreiracarolina.correa@ufjf.brJoão Victor Beltrame Netojoaovictor.beltrame@estudante.ufjf.br<p>O termo Cadeias Globais de Valor (CGV) denota a fragmentação de processos que empresas e trabalhadores desenvolvem, desde a concepção de um produto até sua venda para consumo final, em diversas e distintas regiões do mundo. A eficiência logística é um fator essencial nesse processo, visto que determina a agilidade, fluidez e economia na produção e comercialização de bens intermediários e finais. Assim, este trabalho teve por objetivo avaliar o impacto do desempenho logístico das nações no valor adicionado doméstico nas exportações (VAD) no período de 2007 a 2018, para um grupo de 66 economias, através do modelo gravitacional. Os resultados mostraram uma relação positiva entre melhor performance logística, especificamente em infraestrutura e facilidade de organizar remessas, e o VAD. Portanto, investimentos e políticas, no âmbito público e privado, que visem a melhoria dos processos logísticos são essenciais para uma boa atuação dos países nas CGVs e maior agregação de valor.</p>2025-08-25T18:19:46-03:00##submission.copyrightStatement##https://periodicos.uesc.br/index.php/reflexoeseconomicas/article/view/4673Análise dos Determinantes do Programa de Auxílio Emergencial através da utilização do Modelo Logit2025-10-22T11:50:07-03:00Luciano Bruno Bezerra Venanciolucianovenanciouefs@gmail.comVerônica Ferreira Silva dos Santosvfssantos@uefs.brLeandro Batista Duartelbduarte@uefs.br<p>Em março de 2020 a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou estado de pandemia no mundo. Tal pandemia provocou o fechamento de diversos postos de trabalho e um impacto na economia global, e no Brasil esse impacto não poderia ser diferente. Com o distanciamento social e o fechamento de postos de trabalho, houve uma pressão popular para que o governo criasse uma política de assistência para os mais vulneráveis diante da pandemia. Esse movimento levou a criação do Programa de Auxílio Emergencial (PAE) em um curto período de tempo. Dessa forma, o artigo tem como objetivo analisar os determinantes do acesso ao (PAE) durante a pandemia no ano de 2020. Para isso, utilizou-se métodos econométricos para encontrar os determinantes do acesso ao benefício através do modelo de probabilidade (<em>logit</em>). Adicionalmente, utilizou-se os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) – Covid 19 para os meses de maio, agosto e novembro. Os resultados encontrados mostraram que, no geral, a política do auxílio emergencial atendeu aos principais critérios estabelecidos, contudo apresentando alguns vieses quando analisado de forma mais específica.</p>2025-10-22T11:50:05-03:00##submission.copyrightStatement##https://periodicos.uesc.br/index.php/reflexoeseconomicas/article/view/4841A Competitividade do Cacau no Brasil, entre 2005 e 20222025-11-22T10:22:45-03:00Alexandre Gonçalves e Silvaalexandre.agss@furg.brLívia Madeira Triacaliviamtriaca@gmail.com<p>O estudo da competitividade do cacau no Brasil entre 2005 e 2022 é crucial para entender seu papel na economia global. O Brasil, embora seja o sétimo maior produtor de cacau, possui uma história rica nessa indústria, principalmente na região da Bahia, que já foi um dos principais polos de produção mundial. Neste contexto, esta pesquisa tem como objetivo analisar a competitividade dos principais Estados brasileiros produtores de cacau e comparar a competitividade do Brasil com os principais produtores mundiais. No entanto, o mesmo foi realizado para os principais países exportadores da amêndoa. Para tanto, utilizou-se o Índice das Vantagens Comparativas Reveladas (IVCR), calculando para o período de 2005 a 2022. Embora o Brasil seja reconhecido como um dos principais produtores de cacau, ao analisarmos o índice de vantagem competitiva revelado para as posições específicas nesta pesquisa em relação ao comércio internacional, observou-se que não houve vantagem competitiva em todos os períodos. Esses dados sugerem que, apesar de ser um grande produtor de cacau, o Brasil não se destaca de maneira notável ou competitiva no cenário global de comércio. Com esta análise, o objetivo primordial foi gerar fundamentos que possam embasar a formulação de políticas estratégicas para melhorar tanto a produção quanto a posição competitiva internacional.</p>2025-11-22T10:22:43-03:00##submission.copyrightStatement##https://periodicos.uesc.br/index.php/reflexoeseconomicas/article/view/4523Distribuição Espacial da Degradação Ambiental na MATOPIBA nos anos de 2002, 2012 e 20222025-12-02T15:16:06-03:00Phillipe Muniz Simas de Barrosphillipe.barros@hotmail.comFelipe Marques Pradofmprado.ecn@uesc.brGustavo Santana dos Santosgssantos.ecn@uesc.br<p>Este estudo analisa a distribuição espacial da degradação ambiental na região do MATOPIBA durante os anos de 2002, 2012 e 2022, correlacionando-a com a produção agrícola. Utilizando dados do MapBiomas e do Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA), a pesquisa mapeou a degradação ambiental e sua correlação com a área colhida e o valor da produção agrícola nos municípios da região. A metodologia incluiu a análise de autocorrelação espacial das variáveis através do índice de Moran univariado e bivariado, identificando <em>clusters</em> espaciais significativos de degradação ambiental. Os resultados mostraram uma correlação positiva moderada entre a degradação ambiental e a atividade agrícola, destacando que a intensificação da agropecuária na região está associada a impactos ambientais negativos. As áreas de maior degradação concentram-se no sul do Maranhão e no oeste da Bahia. A análise espacial identificou "hotspots" de degradação, sugerindo a necessidade de intervenções específicas nessas áreas. A pesquisa destaca a importância de políticas públicas que conciliam o desenvolvimento econômico com a conservação ambiental. A adoção de práticas agrícolas sustentáveis e a recuperação de áreas degradadas são recomendadas como estratégias para mitigar os impactos negativos da expansão agrícola. Este estudo contribui para o entendimento da dinâmica entre a produção agrícola e a degradação ambiental no MATOPIBA, fornecendo subsídios importantes para a formulação de políticas que promovam um desenvolvimento sustentável na região.</p>2025-11-30T09:01:48-03:00##submission.copyrightStatement##