SIMULAÇÃO DA PANDEMIA DO SARS-COV-2 UTILIZANDO O MODELO SEIRD PARA AS MAIORES CIDADES DO SUL DA BAHIA

  • Fabrício Berton Zanchi Universidade Federal do Sul da Bahia
  • Orlando Jorqueira Cortez Universidade Federal do Sul da Bahia
  • Alan Gomes de Oliveira

Resumo

A simulação da pandemia do SARS-COV-2 trouxe muita clareza em relação aos tratos e cuidados que a população precisaria entender quanto aos cuidados a serem seguidos. A projeções não necessariamente se concretizam, pois os cálculos se baseiam em parâmetros, como taxa de contágio e taxa de letalidade, que variam ao longo do tempo e dependem da qualidade dos dados oficiais, bem como pelas futuras medidas adotadas pelos municípios e a taxa de vacinação. O método foi o Modelo SEIRD, que utiliza cinco compartimentos – Susceptíveis (S), Expostos (E), Infectados (I), Recuperados (R) e Óbitos (D) – parâmetros: tamanho da população, período de incubação, número de casos e óbitos, taxa de contágio, taxa de letalidade e tempo que uma pessoa leva para se recuperar. Com resultados preocupantes, as simulações da pandemia foram três cenários: sem restrição ao fluxo (mobilidade total), mantendo o atual esforço de supressão de fluxo de pessoas (quarentena flexível) e um cenário restritivo próximo do lockdown. Os resultados serviram para entendermos a velocidade do contágio e possíveis reflexos na ocorrência dos óbitos, a depender da supressão de fluxo de pessoas, podendo servir de “farol” para as autoridades sanitárias traçarem suas estratégias e para o cidadão comum planejar o seu futuro.

Publicado
2022-09-16