CORDIALIDADE COMO NORMA DIPLOMÁTICA: A CONSTRUÇÃO DA POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA DE RIO BRANCO A JUSCELINO KUBITSCHEK
Resumo
Este artigo analisa a construção da identidade diplomática brasileira a partir da adoção da “cordialidade oficial” como diretriz nas relações exteriores. Com base na atuação do Barão do Rio Branco, no desenvolvimento da diplomacia cultural e nas estratégias do governo Juscelino Kubitschek, investigamos como a imagem do Brasil como nação pacífica e conciliadora foi consolidada e instrumentalizada para obtenção de reconhecimento e investimentos estrangeiros. A metodologia adotada é qualitativa, com base em análise bibliográfica e histórica de autores das Relações Internacionais e da História Diplomática. Conclui-se que a cordialidade, como elemento simbólico e comportamental, contribuiu para a inserção internacional do Brasil, embora também tenha limitado sua assertividade em contextos de negociação internacional.
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