CORDIALIDADE COMO NORMA DIPLOMÁTICA: A CONSTRUÇÃO DA POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA DE RIO BRANCO A JUSCELINO KUBITSCHEK

Palavras-chave: Política externa brasileira, Cordialidade oficial, Diplomacia cultural, Barão do Rio Branco, Juscelino Kubitschek

Resumo

Este artigo analisa a construção da identidade diplomática brasileira a partir da adoção da “cordialidade oficial” como diretriz nas relações exteriores. Com base na atuação do Barão do Rio Branco, no desenvolvimento da diplomacia cultural e nas estratégias do governo  Juscelino Kubitschek, investigamos como a imagem do Brasil como nação pacífica e conciliadora foi consolidada e instrumentalizada para obtenção de reconhecimento e investimentos estrangeiros. A metodologia adotada é qualitativa, com base em análise bibliográfica e histórica de autores das Relações Internacionais e da História Diplomática.  Conclui-se que a cordialidade, como elemento simbólico e comportamental, contribuiu para a inserção internacional do Brasil, embora também tenha limitado sua assertividade em contextos de negociação internacional.

 

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Biografia do Autor

Antonio Alencar, Universidade Federal da Bahia

Mestrando em Relações Internacionais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Bacharel em Línguas Estrangeiras Aplicadas às Negociações Internacionais (LEA-NI) pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). E-mail: arraesantonio@gmail.com

Publicado
2025-12-22
Seção
Artigos