Estudo Sociodemográfico da Mortalidade Causada pela Insuficiência Renal Aguda no Brasil

  • Gustavo Assunção Soares
  • Alberty da Silva Berto Universidade Estadual de Santa Cruz
  • Vitória Assunção dos Santos Universidade Estadual de Santa Cruz
  • Pedro Costa Campos Filho Universidade Estadual de Santa Cruz

Resumo

Introdução: A insuficiência renal aguda (IRA) é caracterizada pela rápida diminuição da função renal, resultando na incapacidade do rins de filtrar os residuos do corpo humano. Objetivo: Dessa maneira, esse estudo visa analisar a epidemiologia das mortes causadas pela IRA no ano de 2023 no Brasil. Metodologia: Foram extraídos dados da plataforma DATASUS, no periodo de 2023, com as seguintes variavéis: sexo, faixa etária, cor/raça e por região. Os dados obtidos foram organizados e analisados no excel. Resultados/Discussão: A partir do levantamento dos dados, verificou-se um total de 6.940 mortes causadas pela IRA no Brasil no ano de 2023. Desse total de mortes, 3.765 (54,25%) foram do genero masculino e 3.174 (45,73%) do genero feminino. Em relação à cor/raça, observou-se as maiores taxas de óbitos entre pessoas brancas, com 3.395 casos (48,92%), seguidas por pessoas pardas, com 2.727 casos (39,29%). Já a análise de faixa etária demonstrou que 2.727 (39,29%) tinham 80 anos ou mais e 1.729 (24,91%) com idade entre 70 a 79 anos. As regiões com maior frequência foram o Sudeste, com 3.090 casos (44,52%), e o Nordeste, com 1.701 casos (24,51%). Considerações Finais: Os resultados mostraram que houve uma maior incidência de mortalidade para pessoas do genero masculino, da cor/raça branca, com idade superior a partir de 80 anos e maior prevalencia na região sudeste. Esses resultados indicam que pessoas mais idosas têm uma maior predisposição ao desenvolvimento de insuficiência renal aguda (IRA).

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Publicado
2026-05-10
Como Citar
Soares, G., Berto, A., dos Santos, V., & Filho, P. (2026). Estudo Sociodemográfico da Mortalidade Causada pela Insuficiência Renal Aguda no Brasil. Revista Brasileira De Ciências Em Saúde - Brazilian Journal of Health Sciences, 4(1), 28-29. Recuperado de https://periodicos.uesc.br/index.php/rebracisa/article/view/5101

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